O Iraque acusa a real intenção dos
EUA em invadir seu território, a qual seria os interesses em relação ao
petróleo, posto que o estado iraquiano é um grande produtor e os EUA tem um
interesse maior ainda em dominar esse recurso. O fato de haver religiões
predominantemente diferentes nesses dois países justificaria qualquer ataque
por parte dos estadunidenses, já que acusam o governo iraquiano de interferir diretamente
na vida sua população por princípios religiosos através das decisões do Estado.
Os EUA rebateram dizendo-se
surpreso com tal acusação, e que a mesma não é verdadeira, pois o país é um
grande produtor de petróleo. Alega ainda que sua real intenção é a favor da
vida, posto que acusa o Estado iraquiano de não assumir posição de represália às
mortes de civis que lá ocorrem.
Por outro lado, vale ressaltar os
EUA não se prendem a reservas contidas em seu território, pois a segurança em relação
ao abastecimento energético passa por atores principalmente do Oriente Médio.
Ao ser perguntada sobre os reais interesses da intervenção, a delegação dos EUA
respondeu com atuação melodramática: “Interessados no petróleo? Nossa... estou
surpreso.” É possível utilizar uma enorme gama de adjetivos que qualifiquem a
posição estadunidense com relação ao petróleo presente no Iraque: interessado,
imperialista, pretensioso, ousado e parasita. Surpreso? Ficaram todos os participantes
da reunião ao ouvir isso da boca do representante do império yankee.
O delegado dos Estados Unidos da América, Guilherme de Lucas
O delegado da República do Iraque, Fernando Santiago
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